Estudante encontra rato morto em pacote de salgadinhos de soja em SP: veja foto


Rato morto encontrado no pacote de salgadinhos de soja por Diogo (Foto: Divulgação)
Rato morto encontrado no pacote de salgadinhos de soja por Diogo. Clique para ampliar (Foto: Divulgação)

Um estudante de 19 anos da cidade de Matão, SP, teve uma surpresa nada agradável ao abrir um pacote de salgadinhos de soja da marca Jasmine.

Diogo Pichi Barbosa havia comprado o pacote de salgadinhos em uma loja há pelo menos 2 meses, e chegou a ingerir alguns salgadinhos, quando teve a ideia de despejar o conteúdo do pacote em uma frigideira para tosta-los, pois, segundo ele, os salgadinhos estavam meio murchos… até ele ver algo incomum cair do pacote: um rato morto, e em estado de decomposição.

Rato morto encontrado no pacote de salgadinhos de soja por Diogo (Foto: Divulgação)
Rato morto encontrado no pacote de salgadinhos de soja por Diogo. Clique para ampliar (Foto: Divulgação)

Assustado e enojado, o estudante passou mal, indo ao banheiro e vomitando bastante, indo logo após ao Hospital Carlos Fernando Malzoni, onde ficou sob observação. De lá, o estudante disse que iria seguir para a delegacia, onde registraria um BO contra a Jasmine Alimentos, fabricante dos salgadinhos de soja.

Ainda segundo Diogo, mesmo após ter procurado a fabricante, ela não deu resposta sobre o caso, obrigando o estudante a prestar queixa no PROCON.

A Jasmine Alimentos informou por meio de uma nota de imprensa (não publicada no site da fabricante) que o caso está sendo apurado, mas que não existe a possibilidade de o roedor ter sido “empacotado” junto com o salgadinho, muito menos ter acesso ao local de armazenamento, pois eles seguem à risca as condutas de segurança e higiene com padrões internacionais na produção e armazenamento dos seus produtos. Por causa disso, a Jasmine está buscando uma forma legal de contrapor a acusação. Ainda segundo a nota de imprensa, “nenhum produto Jasmine é comercializado sem prévia análise do interior da embalagem”.

A Jasmine nega, devido a “todos os controles de qualidade e rastreabilidade, assim como auditorias e vistorias periódicas pela qual a nossa fábrica [da Jasmine] em Curitiba (PR) é submetida”, que a acusação seja verdadeira.

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